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Dica – Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançado

Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoOs cabos de rede local mais comuns hoje em dia são aqueles chamados de “par trançado não blindado”, geralmente na cor azul ou cinza claro. Eles costumam ser chamados por sua abreviação em inglês, “UTP”, termo que é uma abreviação de “Unshielded Twisted Pair”. Este tipo de cabo, mostrado na figura à esquerda, é um dos fatores que possibilitaram a simplificação do processo de implantar uma infra-estrutura de rede local de computadores. Devido à sua natureza de interligar ponto a ponto, o cabo UTP facilitou não apenas a instalação mas também a manutenção das redes. Com ele ficou fácil diagnosticar problemas referentes ao cabeamento pois é possível isolar cada um dos segmento das redes, já que cada um deles conecta uma estação da rede a um equipamento ativo (switch ou roteador). Basta ir testando segmento por segmento até achar o “culpado”. Além disso, se um determinado computador não está conseguindo se conectar a rede por causa do cabeamento, o problema fica restrito aquele segmento de cabo que o interliga a um outro dispositivo ativo.

O cabo UTP é de fácil conectorização e baixo custo de aquisição, se comparado às outras opções como os cabos blindados e a fibra ótica. Em relação às redes wireless, tão comuns atualmente, o cabo de par trançado oferece estabilidade e velocidades muito maiores (até 10 Gbps).

Porém, a aparente simplicidade dos cabos UTP esconde a necessidade de que tenhamos cuidados básicos na sua implantação. O que mostraremos aqui são os enganos e erros mais comuns cometidos na instalação de cabos UTP e o que isso pode acarretar.

Erro nº 1 — Fio rígido versus flexível
Os fios que constituem um cabo par trançado podem ser do tipo rígido ou do tipo retorcido. O tipo retorcido, também chamado de flexível, é formado pelo entrelaçamento de vários fios finos. Já o tipo rígido é constituído de um só fio. Outra característica que diferencia os dois tipos é que o rígido é mais sensível a deformações mecânicas.

Certo, mas o que tem de errado nisso? Como a maioria dos cabos UTP possui fios do tipo rígido devemos tomar alguns cuidados quando fizermos o seu lançamento nas estruturas de passagem. Além disso, muitos instaladores, por economia, compram os cabos mais baratos que encontram e estes geralmente são muito rígidos e de material vagabundo, o que aumenta muito as chances de ocorrerem problemas.

Erro nº 2 — Cabo esmagado
Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoÉ muito comum vermos cabos sendo esmagados por terem sido instalados sem uma estrutura de passagem adequada como, por exemplo, para atravessar uma porta ou janela. Este é um problema típico resultante da falta de previsão para uma na passagem de cabo de um andar para o outro ou de uma sala para outra.

Esta situação faz com que no ponto de estrangulamento o cabo sofra alterações nas suas características físicas (deformação mecânica) e elétricas (problemas de diferença de impedância). Isto causará um aumento de problemas como perda de retorno (“return loss”) e atenuação (perda de inserção). O adequado nestes casos é planejar e providenciar uma estrutura de passagem adequada, usando protetores e eletrodutos para o cabo.

Erro nº 3 — Cabo passando numa área de circulação
O computador mudou de lugar e logo alguém temProcedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoaquela bela idéia de passar o cabo cruzando a área de circulação de pessoas. Para “organizar” o cabeamento algum otimista coloca fita crepe protegendo o cabo, achando que isto vai protegê-lo. Este erro tem dois problemas bem fáceis de perceber. Primeiro o cabo vai ser constantemente pisoteado, e além disso as pessoas que circulam nesta área correm o risco de tropeçar no cabo e cair, mesmo com a “providencial” fita crepe. Vale aqui o mesmo que foi dito sobre cabo esmagado: as características físicas e elétricas do cabo serão afetados e o sinal de rede que é transportado pelo cabo sofrerá mais interferências.

Erro nº 4 — Cabo passando sem proteção em área externa
Este problema muitas vezes está associado à questão do cabo esmagado ao passar por portas e janelas. Os incautos passam cabos pelo lado externo da edificação sem nenhuma proteção contra a ação da chuva e do sol.Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançado A princípio não existe problema em passar um cabo pelo lado externo da edificação, desde que haja uma estrutura de passagem adequada. Porém, o que vemos são cabos passados de qualquer jeito e sem nenhuma proteção. O que vai acontecer com estes cabos é um ressecamento prematuro da capa pela ação do tempo.

Por isso, se precisar passar um cabo pelo lado externo, o correto é fazer uma estrutura de passagem que providencie uma saída organizada dos cabos e um caminho até a sua entrada novamente na edificação, usando eletrodutos e caixas de passagem e inspeção. Nada de cabos que saem pelas frestas da janela e seguem sem proteção pelo lado de fora do prédio. Novamente o que motiva este erro de instalação é a falta de planejamento de passagem de cabos entre andares ou até mesmo entre salas de uma edificação.

Erro nº 5 — A questão da vaselina, detergente, talco…
Como a maioria das edificações foi feita sem pensar nos cabos de rede, estes precisam passar por qualquer eletroduto ou buraquinho disponível. Freqüentemente passam junto com a fiação de telefone ou antena de TV ou até, infelizmente, junto da própria fiação elétrica.

O simples fato do cabo de rede passar junto com estes outros dispositivos não significa necessariamente um problema, pois a própria construção do cabo e o arranjo elétrico dos sinais foi todo projetado justamente para diminuir a interferência que possa ser gerada pelos campos eletromagnéticos que são gerados por diversos dispositivos e cabeamentos.

O grande problema de aproveitar estas passagens para o cabeamento de rede é que existem curvas e eletrodutos inadequados para ele, até porque esses eletrodutos já devem estar lotados e o cabo de rede tem que passar “espremido” no meio dos outros.

Isto leva o instalador a colocar bastante força para conseguir passar o cabo de rede, o que pode danificar sua estrutura mecânica. O resultado é a perda de sinal e pode deixar a rede com funcionamento intermitente, devido a algum componente interno danificado.

Alguns instaladores passam vaselina ou detergente para diminuir a força necessária para puxar os cabos de rede pelos eletrodutos, mas esta prática é bastante discutível. A vaselina e o detergente são componentes químicos que podem reagir com o isolamento do cabo, novamente diminuindo sua eficiência e durabilidade. O ideal seria passar algum componente neutro como, por exemplo, grafite em pó ou produtos adequados para condutores elétricos.

Erro nº 6 — Cabo muito esticado
Um erro comum encontrado nas instalações de cabeamento é achar que cabo “organizado éProcedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadocabo esticado”. O esticamento acima de certo limite gera deformações mecânicas que causam problemas para a passagem do sinal de rede. Um cabo esticado sofrerá deformações pois será pressionado contra quinas e curvas das estruturas de passagem. Além disto cabos esticados na área de trabalho vão forçar as conectorizações e acabam gerando problemas de mau contato elétrico. Num cabeamento bem feito o cabo não fica muito esticado nem faz curvas bruscas e está bem organizado em caixas de passagem.

Erro nº 7 — A questão da “sobra técnica”
Outro equívoco cometido em algumas instalações é apelidado de “sobra técnica”. O que é isso? Com receio de que o cabo não alcance a estação após uma mudança de lay-out, o instalador deixa uma sobra de cabo. Na figura ao lado vemos um exemplo deste problema. O que motiva a deixar este resto de cabo é, novamente, o velho problema da falta de um projeto de infra-estrutura de cabeamento. O correto é projetar e instalar diversos pontos de rede na área de trabalho. Caso um computador precise mudar de posição ele será atendido por outro ponto de rede.

Ao invés de deixar os cabos pendurados, o certo é utilizar um conector adequado em cada tomada de parede, e ligar o computador a este conector usando um “Patch Cord”. Este é um cabo de rede que usa o mesmo tipo de par trançado, só que é feito de materiais especiais que o tornam bem flexível e maleável e muito menos sujeito a se danificar.

Conclusão

O objetivo deste artigo não é criticar o trabalho de nenhum instalador de cabeamento. Sabemos que muitos destes problemas surgem da correria do cotidiano e da necessidade de sanar falhas de projeto, mas precisamos saber as implicações que estes procedimentos podem gerar. E precisamos também cada vez mais buscarmos nos qualificar para melhor prestarmos nossos serviços.

Fonte: Revista PNP

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Notícia – Falso antivírus se faz de AVG para enganar usuários

Programa detecta vírus que não existem no sistema para forçar a vítima a comprar a licença e obter a “solução”.

Uma nova versão do falso antivírus FakeXPA engana o usuário e simula a interface gráfica do AVG 2011. A descoberta foi feita pelo Centro de Proteção de Malwares da Microsoft nesta segunda-feira (31).

O programa fraudulento identifica códigos maliciosos que na realidade não existem no PC da vítima e em seguida cobra do usuário para poder “solucionar” o problema. A semelhança com o antivírus da AVG vai do logotipo às janelas do programa – semelhança que poderia render aos criadores do software processos por uso indevido da marca.

Segundo um estudo do Google apresentado em um seminário na Califórnia, os falsos antivírus representam 15% dos softwares maliciosos na web e são distribuidos por mais de 11 mil sites. Os programas oferecem licenças de uso por preços convidativos e até suporte on-line para enganar as vítimas. Um levantamento do FBI apontou que golpistas desse ramo faturaram 150 milhões de dólares em 2009.

Diferentes softwares fraudulentos são encontrados toda semana por especialistas, mas é a primeira vez que o golpe faz uso do logotipo de um programa legítimo.

AVGCFAKE

Fonte:Desmonta&CIA

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Notícia – Chega A Nova Versão Do Padrão HDMI – A 1.4

HDMI hoje é essencial em dispositivos que manipulam áudio e vídeo em alta definição. No final do ano passado lançaram uma nova versão do padrão, a 1.4, que vem com muitas novidades:

  • HDMI Ethernet Channel

Todos os aparelhos conectados.Televisões com central de mídia e suporte para recursos web já não são novidade. Com elas você pode integrar a mídia de seu computador, assistir a vídeos da internet e acessar outros conteúdos online direto da TV. Acontece que tal conexão se limita ao televisor, já no novo padrão todos os aparelhos compartilham da mesma conexão sem a necessidade de um cabo extra.

O HDMI 1.4 dedica um canal para a transmissão de dados de alta velocidade, até 100 Mb/s. Além de eliminar mais um fio do seu televisor, este novo canal permite que diversos aparelhos se comuniquem à mesma taxa de velocidade. Enquanto sua TV reproduz um vídeo da internet, o home theater sintoniza uma rádio online e envia informações para seu computador.

  • Audio Return Channel

Embora o cabo HDMI tradicional envie sinais de som e imagem com qualidade digital, ele permite um único sentido para o áudio. Dessa forma, muitos usuários são obrigados a utilizar um novo cabo de retorno de áudio da sua TV até seu sistema de som.

Entre as novas especificações, outro canal se encarrega de retornar o áudio no padrão 1.4, eliminando assim mais um cabo da sua estante. Entre as novas possibilidades deste mesmo recurso é participar de videoconferências pela televisão, mesmo que gerenciadas pelo computador.

  • Muito mais qualidade // 3D Over HDMI

O HDMI 1.4 será o responsável pela popularização dos formatos e resoluções de imagens 3D ao mercado. A especificação padroniza entradas e saídas de sistemas domésticos para a reprodução de imagens 3D. Isso permite maior compatibilidade entre os aparelhos e possibilita uma resolução duas vezes maior que o formato Full HD atual.

  • A padronização das imagens 3D // 4K x 2K Resolution Support

Se a expressão “cinema em casa” ainda não condizia com a realidade que vemos atualmente, o HDMI 1.4 permite resoluções de imagem até quatro vezes maior que o cobiçado padrão Full HD.

Isso significa que sua televisão pode exibir imagens com a mesma qualidade que a maioria dos cinemas digitais da atualidade, só que no conforto da sua casa. Os formatos compatíveis são: 3840 x 2160 a uma taxa de 24 Hz, 25 Hz ou 30 Hz; e 4096 x 2160 a uma taxa de 24 Hz.

  • Razão entre as resoluções Quad Full HD e demais.

  • Expanded Support For Color Spaces

A tecnologia HDMI agora suporta especificações de cores que antes eram exclusivas de câmeras digitais. Formatos como sYCC601, Adobe RGB e AdobeYCC601 podem ser interpretados pelo cabo quando este é conectado a uma máquina digital. Isso se reflete em imagens mais realistas, com cores mais vivas e profundas.

  • Do tamanho de suas necessidades

  • Micro HDMI Connector

Outra novidade que está sendo lançada junto do padrão 1.4 é a nova gama de formatos do conector. Muitos dispositivos portáteis deixam sua compatibilidade HDMI de lado por conta das avantajadas dimensões da porta mini HDMI.

Micro HDMIJá o novo micro HDMI tem aproximadamente a metade do tamanho do modelo mini e é capaz de manter a mesma resolução de 1080p. Isso deve aumentar a compatibilidade do formato com os aparelhos portáteis e possibilitar câmeras de alta resolução ainda menores.

  • Automotive Connection System

O formato HDMI não se popularizou na indústria automotiva por conta das condições a que o conector se submete dentro de um veículo. Fatores como a instabilidade dos aparelhos, temperatura e ruídos prejudicam a transmissão do sinal.

Diante desses problemas, foi desenvolvido outro modelo do cabo que atende a essas necessidades. Com ele as montadoras contam com mais um recurso para distribuir conteúdos em alta definição pelo carro.

  • Diversos modelos

Com a chegada do padrão 1.4 às lojas, aumenta também a variedade de componentes na hora da compra. De nada adianta adquirir um cabo com todos os recursos se a sua televisão não possui suporte para tal tecnologia. Além dos modelos micro e mini, a chegada do padrão 1.4 traz as seguintes alternativas para cabos HDMI:

* cabo HDMI comum: cabo atualmente convencional, suporta imagens de resolução máxima de 1080i/60;

* cabo HDMI de alta velocidade: este modelo conta com as especificações de imagem do padrão 1.4 com suporte para resolução Quad Full HD, Deep Color e formatos 3D;

* cabo HDMI comum com Ethernet: embora sua qualidade de imagens seja a mesma que a do cabo HDMI convencional, este modelo possui o canal de transmissão de dados;

* cabo HDMI de alta velocidade com Ethernet: além das especificações de imagem do padrão 1.4, este cabo transmite dados em alta velocidade. Este é o único a trazer todos os recursos do novo padrão;

* cabo HDMI automotivo: permite a conexão de aparelhos externos com sistemas de som e imagem de veículos.

  • Quando chega a nova versão no mercado?

Como dito, as novas especificações do formato HDMI só fazem sentido mediante aparelhos que utilizem tal tecnologia. Alguns produtos como placas de vídeo você já encontra com a versão 1.4 disponíveis. Além de permitir conectividade entre os eletrônicos, maior qualidade de imagem e formatos 3D, o padrão 1.4 vai extinguir quase todos os cabos da sua TV. Com esses recursos em mãos, não deve demorar para que os fabricantes desenvolvam soluções inovadoras para a reprodução de mídia digital.

Fonte: Baixaki

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Dica – Tutorial: Como Restaurar Associação De Atalhos No Windows Vista E Windows Seven

Por um descuido do usuário no Windows 7 a associação de links (atalhos) .lnk pode ser facilmente perdida e sua restauração não é tão simples assim.
Acontece quando você escolhe abrir um atalho (.lnk) com outro programa que não seja o padrão e torná-lo definitivo. A partir dai o Windows passa a não abrir os atalhos.
A restauração é bastante simples depois que você descobre como fazer. Basta baixar o arquivo do link http://www.winhelponline.com/fileasso/lnkfix_vista.zip e mandar abrir o conteúdo para que o registro do Windows volte as associações corretas, funciona tanto para Windows Vista quanto para o Seven.

Após não esqueça de reiniciar o micro para que os ícones também voltem ao normal.

Fonte: Bits Caverna

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Dica – Complete Internet Repair

Complete Internet RepairEstamos vivendo na era da Internet, e é inevitavel que com as tecnologias  amplamente utilizadas, vem um novo conjunto de problemas. É por isso que foi desenvolvido este conjunto de reparação completa para Internet, cujo principal objetivo é resolver estes problemas, à medida em que eles chegam. Complete Internet Repair faz exatamente o que promete!

Mantenha sua rede livre de problemas

A ferramenta tenta reparar todos os problemas relacionados à Internet, incluindo problemas de rede. Basta lembrar sempre de duas regras essenciais: em primeiro lugar, não tente consertar algo que não está quebrado, você pode quebrá-lo. E em segundo lugar, esta ferramenta auxilia a resolver vários problemas relacionados à Internet, mas nem tudo pode ser reparado em um passe de mágica. A maioria das situações possui resolução, e é para isso que o Complete Internet Repair foi criado.

Complete Internet Repair é basicamente uma combinação entre o kit Internet Recovery e Winsock Repair. Uma grande ajuda, caso você esteja enfrentando algum dos seguintes problemas:

  • Problemas após a remoção de adware, spyware, vírus, worms, cavalos de Tróia etc.
  • Perda de conexão de rede após a instalação/desinstalação de um malware, VPN, firewall, antispam etc.
  • Problemas ao acessar qualquer página da web
  • Pop-ups relatando erros de rede
  • Falta de conectividade de rede devido a erros de registro
  • Problema ao encontrar DNS
  • Erro de renovação do endereço de IP do adaptador de rede ou outros erros DHCP
  • Problema de conectividade de rede com pouca ou nenhuma mensagem de conexão
  • Atualização do Windows não funciona
  • Problemas para se conectar a sites protegidos, como sites de bancos
  • O Internet Explorer parou de funcionar ou falha o tempo todo
  • Outros problemas de rede.

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Compatibilidade Windows XP, Windows 2003, Windows Vista 32 Bits, Windows 2008, Windows 7 32 Bits

Fonte: Desmonta&CIA

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