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Automatec – Bancada de Testes

A Automatec desenvolve projetos de automação industrial para clientes de todo o país. Para melhor atender nossos clientes, utilizamos as melhores marcas de CLP’s e Sistemas de Supervisão (SCADA – Supervisory Control And Data Acquisition) existentes no mercado. De acordo com a necessidade de cada cliente, realizamos todo um estudo de qual marca e modelo de CLP e SCADA se enquadra melhor em cada situação. Em nossa bancada de testes temos diversas marcas de CLP’s, desde controladores de última geração até alguns mais antigos, ainda muito utilizados por sua robustez, que controlam plantas com mais de 2.000 pontos. Todos os projetos são testados em bancada antes do start up (posta em marcha), diminuindo com isso o tempo de parada da fábrica, pois a maior parte dos possíveis erros podem ser corrigidos ainda na fase de desenvolvimento. As principais marcas de CLP’s utilizadas nos projetos são: Siemens, Rockwell, Schneider, Altus e Weg. Também são utilizados Controladores de Processos Novus, como o N2000s, por exemplo. Na área de SCADA’s trabalhamos com várias marcas dentre elas: Fix32, iFix, Elipse SCADA, Elipse E3, WinCC, InTouch, Wizcon Supervisor e Vijeo Citect.

 

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Automatec Automação Industrial Ltda
Fone: +55 48 3437-8272 / 9984-5607
E-mail: automatec@automatec-sc.com.br
Site: www.automatec-sc.com.br

 

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Notícia – Antivírus fraudulento para MacOS X diz que computador está infectado

Antivírus fraudulento para MacOS X diz que computador está infectadoEspecialistas também encontraram kit criador de vírus. Criminosos usam morte de Osama e ‘falha’ no Safari.

Empresas de segurança estão alertando para duas novas ameaças para computadores Macintosh, da Apple, com o sistema MacOS X: o antivírus fraudulento “MAC Defender” e um kit para criação de pragas digitais. Os códigos maliciosos funcionam exatamente como os de Windows. O MAC Defender está sendo disseminado junto com os ataques à computadores Windows usando a morte de Osama bin Laden.

O antivírus fraudulento, descoberto pelas empresas de segurança IntegoKaspersky, funciona exatamente como as pragas semelhantes para Windows. Ele afirma que o computador está infectado e que pode realizar uma limpeza, mas somente se o programa for comprado por, no mínimo, US$ 60. No entanto, o próprio “antivírus” é a praga e as detecções são falsas ou relacionadas a arquivos que ele mesmo criou no sistema.

O usuário pode ser infectado ao procurar imagens de Osama bin Laden em sites de busca. O líder terrorista foi morto neste domingo (1º) em uma operação do exército norte-americano. Usando uma função no Safari conhecida como “Open safe files after downloading”, o arquivo malicioso é capaz de se baixar e executar sozinho, embora ainda precise de permissão do usuário para se instalar. A função é conhecida por ter problemas de segurança desde 2006, mas não foi removida do navegador.

Um golpe semelhante para Mac foi encontrado em 2008, mas a interface gráfica do programa era diferente. O nome “Mac Defender” também é usado por uma empresa, que afirmou não ter nenhuma relação com a praga virtual.

-macdefender

Kit de criação de vírus
A empresa de segurança dinamarquesa CSIS anunciou a descoberta de um possível kit de criação de vírus para MacOS X chamado Weyland-Yutani. O kit consegue criar códigos maliciosos capazes de roubar senhas do Firefox; funções para o Safari devem ser lançadas “em breve”. Segundo a CSIS, os criminosos prometeram versões do mesmo kit para iPad e Linux. O kit estaria sendo vendido por US$ 1 mil.

Considerado livre de vírus durante muito tempo, a primeira praga virtual para MacOS X surgiu só em 2006. Em 2007, o primeiro vírus com intuito financeiro para a plataforma apareceu e foi batizado de RSPlug. Desde então, outras pragas digitais capazes de atacar computadores da Apple aparecem regularmente, embora em número incomparavelmente inferior ao de Windows.

Fonte: Desmonta & CIA

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Dica – Você sabe quando é que um micro precisa realmente ser formatado?

formatar ou naoÉ preciso entender que um micro raramente precisa ser formatado, a não ser que seja uma máquina de teste onde se instala tudo quanto for programa que aparecer pela frente – o que é uma verdadeira mania para muitas pessoas – ou então se for um computador usado para procurar software pirata ou material pornográfico. Mas, nestes casos extremos, é melhor fazer uma instalação completa e torná-la padrão. Com isto, basta fazer um clone da mesma para recuperar o micro quando for preciso.

Outra saída para quem instala muitos aplicativos é utilizar programas como o Deep Freeze, que restaura o micro à uma configuração padrão toda vez que o micro for ligado, por isto ele é muito usado nas lan houses.

Fora estes casos extremos, no uso normal um micro com Windows pode ser usado por anos a fio sem necessidade de reinstalação do Windows, desde que o usuário tome um mínimo de cuidados. Quando um micro apresenta problemas, na grande maioria das vezes eles podem ser corrigidos com práticas de manutenção.

Esta tradição de formatar o micro com Windows no primeiro sinal de erro ou de instabilidade surgiu nos tempos em que o Windows 98 estava saindo de linha e o Windows XP estava começando a cair no gosto dos usuários. Estamos falando do início dos anos 2000, quando durante alguns anos os micros com Windows foram presa fácil dos vírus e congêneres. A própria mudança da linha 98 (que era originária do MS-DOS) para a linha 2000/XP (que era originária do Windows NT) gerou uma série de incompatibilidades. Foi uma época de grandes mudanças de tecnologia no hardware, o que levou a mais problemas. Como o Windows ainda era leve e fácil de instalar, muitas pessoas preferiam ir logo formatando o micro quando aparecia qualquer problema, era mais fácil do que ficar procurando a solução.

Mas, historicamente falando, a Microsoft reagiu com energia ao lançar o SP2 para o Windows XP, que transformou radicalmente o produto. Era praticamente um outro sistema operacional, e foi tão bom que o Windows XP com SP2 reinou soberano de 2004, quando saiu o SP2, até 2009, quando saiu o Windows 7 que realmente mostrou-se uma alternativa viável ao Windows XP e que iniciou então uma onda de substituição do Windwows XP pelo Windows 7.

Fato é que o Windows XP com SP2 e SP3 e seus sucessores, como o Vista e o Windows 7, são muito mais estáveis e seguros que seus antecessores, estando bem menos sujeitos a invasões por malware. Suas instalações podem ser usadas tranquilamente durante anos, salvo as exceções que explicamos acima, e desde que tomando um mínimo de cuidados como não entrar em sites suspeitos e não abrir qualquer email que lhe apareça pela frente.

Mas para resolver o problema de lentidão do Windows sem formatar aconselhamos utilizar alguns programas que nós da Desmonta&CIA costuma utilizar como ferramenta de trabalho que são o MV RegCleaning, Auslogics Boost Speed, PCmover, acessar o Msconfig do próprio windows e desabilitar serviços e programas que iniciam assim que o computador é ligado(aqueles que ficam na bandeja do sistema ao lado do relógio), limpar o cooler e a placa dissipadora da poeira que acumula com o passar do tempo de uso é importante e trocar a pasta térmica do processador pois ela resseca devido ao calor que é submetida. Atualize seus drivers para que o PC fique mais confiável e rápido, use também o System Explorer que é um utilitário gratuito que exibe informações detalhadas sobre processos em execução, assim poderá encontrar algum processo suspeito que poderá ser um vírus, execute o anti-vírus com a sua dat atualizada para pegar possíveis vírus. Parece trabalhoso tudo isso mas nós garantimos, é mais fácil do que ter que reinstalar tudo, correr atrás dos drivers e dos programas novamente e no mais, a maquina fica melhor do que se tivesse formatado. Palavra de quem esta acostumado com essas ferramentas.

Fonte:Desmonta&CIA

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Notícia – Governo quer concluir até maio acordo para banda larga no país

bandalarga1Meta do governo é levar internet rápida e barata para 1.163 municípios.

Reivindicações de provedores são os principais entraves, diz ministro.

O governo quer concluir até maio as negociações para solucionar os gargalos para colocar em prática o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e cumprir a meta de levar internet rápida por preços populares para 1.163 municípios até o fim do ano. “Até maio devemos ter uma definição”, afirmou hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, após reunião com diversos representantes de provedores de internet.

O ministro se referiu às reivindicações trazidas pelos provedores como os principais entraves para ofertar banda larga com velocidade de 512 quilobits por segundo (kbps) por até R$ 35, que é a meta do governo para massificar o acesso à internet no país. Além do preço médio de R$ 60 praticado no mercado, os altos impostos, a falta de crédito e a burocracia para conseguir linhas de financiamento foram apontados, segundo Bernardo, como as principais dificuldades dos pequenos provedores para aderir ao PNBL.

“O governo vai interferir para ajudar”, disse o ministro, que solicitou aos provedores que tragam uma planilha com todos os custos que interferem no preço da banda larga para serem apresentados em um próximo encontro.

Dificuldades
Há casos, por exemplo, em que uma distribuidora de energia elétrica cobra R$ 2 por poste para levar internet pela rede elétrica, ao passo que outras cobram R$ 9. Em algumas situações, o preço do boleto bancário chega a ter peso de 10% sobre o custo do serviço ofertado. “O governo não pode resolver tudo isso. Mas vamos arregaçar as mangas em cima dessas questões”, afirmou Bernardo.

Em relação ao uso das fibras óticas das distribuidoras, Bernardo disse que já conversou sobre o assunto com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. “O ministro Lobão já está preparando uma nota técnica sobre isso para fazer um convênio para a Telebrás centralizar a destinação dessas fibras óticas para o comércio de internet”, afirmou Bernardo, referindo-se às redes das distribuidoras federais ou federalizadas. Nos casos das privadas ou estaduais, o ministro ponderou que a negociação terá que ser feita com as próprias empresas e governos estaduais.

Financiamentos
Para solucionar a questão da falta de garantias dos pequenos provedores para ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está sob análise do banco uma proposta de inclusão do cartão BNDES vinculado ao PNBL no Fundo Garantidor de Investimentos. O ministro citou também a possibilidade de a Telebrás ser parceira dos provedores em alguns investimentos.

Bernardo disse ainda que a Telebrás será chamada na mesa de negociações para avaliar a possibilidade de redução do custo de R$ 230 do megabit no atacado. Segundo ele, a tendência, com a conclusão das negociações, é que o preço da banda larga fique abaixo de R$ 35 ou até mesmo abaixo de R$ 30.

Fonte: G1

Retirado do Blog: Desmonta & Cia

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Dica – Suas informações não valem nada?

Suas informações não valem nada?Muitos acham que backup e proteção de dados é a mesma coisa, mas na realidade não é bem assim. Backup é uma cópia de segurança apenas. Proteção de dados é uma política mais ampla, que engloba o backup, mas vai depender do quanto você dá valor às informações que tem e como lida com elas. Se você realmente se preocupa com elas, se realmente acha que elas valem alguma coisa, lembrará diariamente que existe a lei de Murphy e que ela também rege a existência do seu HD, iPhone, iTouch, etc.

Quebra de paradigma – uma questão social
Você já se fez a seguinte pergunta: “O que farei se meu computador pessoal queimar em uma descarga elétrica e eu perder meus dados”? Seja você um gestor ou uma dona de casa “conectada”, se a resposta for “não”, é por que está pouco se lixando para os dados.

Um paradigma forte a ser quebrado é o de que só grandes empresas devem se preocupar com a proteção de dados. Seja usuário doméstico ou empresa, todos têm informações, todos produzem idéias que sempre contribuem de diversas formas para a sociedade, e sua perda acarreta problemas para você e para outras pessoas também. Já pensou em vários pais de família tendo que dar a notícia em casa que terão que passar por algumas privações, pois o salário atrasou devido a problemas com o sistema da folha de pagamento? E o seu filho não ter que ficar vendo as fotos da família dos colegas no mural, pois não tinha nenhuma da sua própria família? No mundo em que vivemos hoje, do pessoal ao profissional, quase tudo é composto por bits armazenados em meio digital.

Estudo de casos – O que não dá certo e o que dá certo.
Para explicar melhor o que é proteção de dados, vamos utilizar exemplos:

Caso 1: Perda do banco de dados do migre.me
Suas informações não valem nada?Recentemente o site migre.me (http://migre.me) teve uma péssima experiência relativa a perda de dados. Em resumo, foi feita uma operação de manutenção no servidor que continha os sites dos clientes do provedor de serviços. Por uma falha humana, todos os dados dos clientes foram perdidos. Muitos foram recuperados, mas outros não. Dentre eles, o migre.me. Tudo bem, vamos restaurar o backup, certo? Errado. O backup estava em um disco interno do servidor, que também foi comprometido. Ou seja, tem backup, mas a mídia não era a mais segura e apropriada. Os dados não estavam efetivamente protegidos. Não vamos entrar no mérito de culpas, pois neste caso todas as partes já fizeram suas considerações na mídia.


Caso 2: Restauração do site do Commerzbank após os ataques de 11 de setembro.
Suas informações não valem nada?O escritório do Commerzbank (banco Alemão) em Nova York localizava-se a cerca de 90 metros dos andares 31 a 34 do World Trade Center. Com a queda das torres, o datacenter permaneceu fisicamente funcional, porém, com o calor intenso e a grande quantidade de poeira os sistemas começaram a falhar, junto com toda a comunicação com o exterior, deixando a operação de New York praticamente parada. Nesta ocasião, vários equipamentos incluindo os storages (onde se armazenam os dados) entraram em colapso. Porém, o Commerzbank possuía um plano de contingência que constava de cópias dos sistemas e dados em outro site a 50 km do site principal. Esta contingência foi ativada, os funcionários evacuaram o local e nos próximos meses passaram a trabalhar no site backup até que o site principal fosse reestabelecido.

No primeiro caso, um erro comum ocorreu: havia backup, mas foi gravado em mídia não segura, e o estrago foi enorme para o negócio. Os dados não estavam completamente protegidos. Este tipo de erro é mais comum do que se imagina, pois muitos gerentes de TI cometem o simpático erro de deixar as fitas de backup dentro do CPD, ou em salas fisicamente próximas. Em caso de incêndio no CPD, perde-se também o backup! Já vi casos que usuários domésticos “sobraram” por fazer backup em uma mídia barata de DVD que ao longo do tempo estragou-se. Quando precisou, já foi!

No segundo caso, os dados estavam completamente protegidos, e o negócio sobreviveu ao maior ataque terrorista da história. Há muitas empresas que faliram nesse desastre por conta de suas operações estarem concentradas unicamente nestas torres. Há inclusive o caso de uma empresa de seguros em que o seu datacenter ficava em uma torre e o site backup na outra. Faliu.

Suas informações não valem nada?O Commerzbank investiu uma quantidade razoável de dinheiro para ter este nível de disponibilidade e segurança de dados. Mas, será que a única forma de se conseguir “não falir” é gastar mundos e fundos? Talvez não. Tenha sempre em mente que proteção de dados está além dos produtos e soluções: é uma estratégia. Já pensou em fazer seu backup doméstico em duas mídias de marcas diferentes? É uma estratégia!

No próximo post falarei mais sobre soluções e estratégias de backup, para usuários domésticos e corporativos.

Fonte: André Sousa

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