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Tutorial – Comando Inversor MicroMaster 440 Profibus-DP + CLP Siemens S7-300

 

Este tutorial tem por objetivo descrever como é feito o comando do inversor Micromaster 440 em rede profibus-dp utilizando, neste caso, um CLP Siemens S7-300.

Para estabelecer a comunicação via rede profibus-dp com o inversor Micromaster 440 você precisa ter o módulo de comunicação Micromaster 4 Profibus Module 6SE6400-1PB00-0AA0

Configuração no CLP

Primeiro devemos buscar com o fabricante a versão mais recente do arquivo GSD, para este nosso caso utilizaremos o GSD que esta disponível para download no final do artigo. Após fazer o download do arquivo, basta abrir o HW  Config e clicar em Options > Install GSD File, para fazer a instalação do GSD.

Depois de finalizada a instalação, basta localizá-lo e inserí-lo na rede Profibus previamente configurada no projeto, atribuindo um endereço de rede que ainda não esteja sendo usado. Abaixo tem-se uma imagem para ajudar a localizar o GSD depois de instalado.

Após inserir o Micromaster na rede devemos configurar a quantidade de palavras de dados que o mesmo possuirá na rede (PZD), para o nosso caso usaremos PPO 3, 0 PKW, 2 PZD.

 

Ao inserir o PZD o software já determina as memórias que serão utilizadas na comunicação entre os equipamentos, para alterar basta dar dois cliques no slot 2 do PZD escolhido.

Certifique-se que o inversor esta com o endereço profibus-dp devidamente configurado. Faça o download do programa para o CLP.

Programação Ladder

Após definidas as configurações de hardware e palavras que serão trocadas precisamos enviar os comandos para deixar o inversor pronto para partir (operar).

Com base nas definições de hardware teremos as seguintes funções em cada palavra.

PIW268 – Status Comando

PIW 270 – Freqüência Atual

PQW264 – Word Comando

PQW266 – Referencia Freqüência

Usaremos as seguintes memórias:

M20.0 – Comando Liga Inversor (1 – Ligar, 0 – Desligar)

MW202 – SP Referencia de Freqüência

Conforme consta no manual do módulo profibus-dp, precisamos setar os bits 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 10 da palavra de controle para 1. O valor em decimal dos bits citados anteriormente é 1150, que também será o nosso comando desligar inversor. Faremos a lógica abaixo:

 

Para enviar o comando de ligar temos que setar o bit 0 para 1. Escreveremos o valor 1151 na PQW 264. Utilizaremos a lógica abaixo:

Para a referência de velocidade escreveremos o valor na MW200 e utilizaremos um bloco MOVE para mover o valor da MW202 para a PQW266. Faremos a lógica da seguinte forma:

Descarregue o programa no CLP, para o nosso teste fizemos o ladder no OB1.

Para reconhecer os alarmes do inversor via rede você deve fazer um set-reset no bit 7 da word de controle.

Na word de status você pode obter as informações on line do inversor, para saber se possui alarme ativo para verificar o status do bit 7.

Caso você queira escrever um valor fixo de freqüência poderá substituir o endereço MW202 direto pelo valor de freqüência desejado. Lembrando que o range de freqüência é de 0 – 16384 (0 – 60 Hz)

Para escrever na MW202 você deve abrir uma Variable Table (VAT), no menu vá em PLC -> Monitor/Modify Variables.

Caso você não tenha realizado ainda o comissionamento rápido do seu inversor, leia o nosso artigo que fala sobre este assunto.

GSD Micromaster 440 – http://support.automation.siemens.com/WW/llisapi.dll?func=cslib.csinfo&lang=en&objid=6567719&caller=view

Instalação GSD: http://support.automation.siemens.com/WW/llisapi.dll/2383630?func=ll&objId=27833171&objAction=csView&nodeid0=10805384&lang=en&siteid=cseus&aktprim=0&extranet=standard&viewreg=WW&load=treecontent

Manual Micromaster 440 – http://support.automation.siemens.com/WW/llisapi.dll/csfetch/6586565/MM4_PB_OPI_en_0202_I.pdf?func=cslib.csFetch&nodeid=6586567&forcedownload=true

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Tutorial – Configuração Digigate Profibus-DP + CLP Siemens S7-300

 

Este tutorial tem por objetivo descrever como é feita a configuração do Digigate Profibus utilizando, neste caso, um CLP Siemens S7-300.

 

Estrutura para Realização dos Testes

Configuração no CLP

Após feita toda a estrutura da rede Profibus e ModBus (ver manual do Digigate no site da Novus) e com o programa carregado no CLP, deve-se baixar o arquivo GSD do Digigate para ser inserido na parte de Hardware do projeto no Simatic Manager.

Após fazer o download do arquivo, basta abrir o HW Config e clicar em Options > Install GSD File, para fazer a instalação do GSD do Digigate.

Depois de terminada a instalação, basta localizá-lo e inserí-lo na rede Profibus previamente configurada no projeto, atribuindo um endereço de rede que ainda não esteja sendo usado. Abaixo tem-se uma imagem para ajudar a localizar o GSD depois de instalado.

No HW Config, ao inserir o arquivo GSD, o próprio software determina alguns endereços de escrita e leitura:


Os primeiros registros, neste caso, PIW256 para leitura e PQW256 para escrita, são usados para status, sendo que para fazer um comando de escrita, temos que inverter o valor do bit 14 da PQW256, como descrito na página 09 do Manual de Instruções do Digigate, disponível no site da Novus.

Configuração no Digigate

Na configuração do Digigate deve-se definir, as configurações da rede “Modbus” de acordo com as suas características e na aba “Profibus” o mesmo endereço que foi definido no projeto do CLP, que é o endereço do Digigate na rede Profibus.

Na aba “Entrada de Dados” deve-se definir o endereço do escravo que será lido. Neste caso, utilizamos um controlador de processos da Novus (N1100) apenas para realização dos testes. Para isto, tem-se a necessidade de ter em mãos a tabela de registradores do dispositivo Modbus para que sejam definidos os endereços para realizar a leitura.

Na aba “Saída de Dados”, da mesma forma, deve-se, com a ajuda da tabela de registradores do dispositivo Modbus, definir os endereços que se deseja escrever. Neste caso também utilizamos o controlador de processos N1100, cujo endereço é está definido como 5.

Solicitações de tutorias podem ser enviadas para valcionei@automatec-sc.com.br que na medida do possível estaremos disponibilizando neste canal.

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Dica – Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançado

Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoOs cabos de rede local mais comuns hoje em dia são aqueles chamados de “par trançado não blindado”, geralmente na cor azul ou cinza claro. Eles costumam ser chamados por sua abreviação em inglês, “UTP”, termo que é uma abreviação de “Unshielded Twisted Pair”. Este tipo de cabo, mostrado na figura à esquerda, é um dos fatores que possibilitaram a simplificação do processo de implantar uma infra-estrutura de rede local de computadores. Devido à sua natureza de interligar ponto a ponto, o cabo UTP facilitou não apenas a instalação mas também a manutenção das redes. Com ele ficou fácil diagnosticar problemas referentes ao cabeamento pois é possível isolar cada um dos segmento das redes, já que cada um deles conecta uma estação da rede a um equipamento ativo (switch ou roteador). Basta ir testando segmento por segmento até achar o “culpado”. Além disso, se um determinado computador não está conseguindo se conectar a rede por causa do cabeamento, o problema fica restrito aquele segmento de cabo que o interliga a um outro dispositivo ativo.

O cabo UTP é de fácil conectorização e baixo custo de aquisição, se comparado às outras opções como os cabos blindados e a fibra ótica. Em relação às redes wireless, tão comuns atualmente, o cabo de par trançado oferece estabilidade e velocidades muito maiores (até 10 Gbps).

Porém, a aparente simplicidade dos cabos UTP esconde a necessidade de que tenhamos cuidados básicos na sua implantação. O que mostraremos aqui são os enganos e erros mais comuns cometidos na instalação de cabos UTP e o que isso pode acarretar.

Erro nº 1 — Fio rígido versus flexível
Os fios que constituem um cabo par trançado podem ser do tipo rígido ou do tipo retorcido. O tipo retorcido, também chamado de flexível, é formado pelo entrelaçamento de vários fios finos. Já o tipo rígido é constituído de um só fio. Outra característica que diferencia os dois tipos é que o rígido é mais sensível a deformações mecânicas.

Certo, mas o que tem de errado nisso? Como a maioria dos cabos UTP possui fios do tipo rígido devemos tomar alguns cuidados quando fizermos o seu lançamento nas estruturas de passagem. Além disso, muitos instaladores, por economia, compram os cabos mais baratos que encontram e estes geralmente são muito rígidos e de material vagabundo, o que aumenta muito as chances de ocorrerem problemas.

Erro nº 2 — Cabo esmagado
Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoÉ muito comum vermos cabos sendo esmagados por terem sido instalados sem uma estrutura de passagem adequada como, por exemplo, para atravessar uma porta ou janela. Este é um problema típico resultante da falta de previsão para uma na passagem de cabo de um andar para o outro ou de uma sala para outra.

Esta situação faz com que no ponto de estrangulamento o cabo sofra alterações nas suas características físicas (deformação mecânica) e elétricas (problemas de diferença de impedância). Isto causará um aumento de problemas como perda de retorno (“return loss”) e atenuação (perda de inserção). O adequado nestes casos é planejar e providenciar uma estrutura de passagem adequada, usando protetores e eletrodutos para o cabo.

Erro nº 3 — Cabo passando numa área de circulação
O computador mudou de lugar e logo alguém temProcedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadoaquela bela idéia de passar o cabo cruzando a área de circulação de pessoas. Para “organizar” o cabeamento algum otimista coloca fita crepe protegendo o cabo, achando que isto vai protegê-lo. Este erro tem dois problemas bem fáceis de perceber. Primeiro o cabo vai ser constantemente pisoteado, e além disso as pessoas que circulam nesta área correm o risco de tropeçar no cabo e cair, mesmo com a “providencial” fita crepe. Vale aqui o mesmo que foi dito sobre cabo esmagado: as características físicas e elétricas do cabo serão afetados e o sinal de rede que é transportado pelo cabo sofrerá mais interferências.

Erro nº 4 — Cabo passando sem proteção em área externa
Este problema muitas vezes está associado à questão do cabo esmagado ao passar por portas e janelas. Os incautos passam cabos pelo lado externo da edificação sem nenhuma proteção contra a ação da chuva e do sol.Procedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançado A princípio não existe problema em passar um cabo pelo lado externo da edificação, desde que haja uma estrutura de passagem adequada. Porém, o que vemos são cabos passados de qualquer jeito e sem nenhuma proteção. O que vai acontecer com estes cabos é um ressecamento prematuro da capa pela ação do tempo.

Por isso, se precisar passar um cabo pelo lado externo, o correto é fazer uma estrutura de passagem que providencie uma saída organizada dos cabos e um caminho até a sua entrada novamente na edificação, usando eletrodutos e caixas de passagem e inspeção. Nada de cabos que saem pelas frestas da janela e seguem sem proteção pelo lado de fora do prédio. Novamente o que motiva este erro de instalação é a falta de planejamento de passagem de cabos entre andares ou até mesmo entre salas de uma edificação.

Erro nº 5 — A questão da vaselina, detergente, talco…
Como a maioria das edificações foi feita sem pensar nos cabos de rede, estes precisam passar por qualquer eletroduto ou buraquinho disponível. Freqüentemente passam junto com a fiação de telefone ou antena de TV ou até, infelizmente, junto da própria fiação elétrica.

O simples fato do cabo de rede passar junto com estes outros dispositivos não significa necessariamente um problema, pois a própria construção do cabo e o arranjo elétrico dos sinais foi todo projetado justamente para diminuir a interferência que possa ser gerada pelos campos eletromagnéticos que são gerados por diversos dispositivos e cabeamentos.

O grande problema de aproveitar estas passagens para o cabeamento de rede é que existem curvas e eletrodutos inadequados para ele, até porque esses eletrodutos já devem estar lotados e o cabo de rede tem que passar “espremido” no meio dos outros.

Isto leva o instalador a colocar bastante força para conseguir passar o cabo de rede, o que pode danificar sua estrutura mecânica. O resultado é a perda de sinal e pode deixar a rede com funcionamento intermitente, devido a algum componente interno danificado.

Alguns instaladores passam vaselina ou detergente para diminuir a força necessária para puxar os cabos de rede pelos eletrodutos, mas esta prática é bastante discutível. A vaselina e o detergente são componentes químicos que podem reagir com o isolamento do cabo, novamente diminuindo sua eficiência e durabilidade. O ideal seria passar algum componente neutro como, por exemplo, grafite em pó ou produtos adequados para condutores elétricos.

Erro nº 6 — Cabo muito esticado
Um erro comum encontrado nas instalações de cabeamento é achar que cabo “organizado éProcedimentos incorretos no cabeamento de rede com par trançadocabo esticado”. O esticamento acima de certo limite gera deformações mecânicas que causam problemas para a passagem do sinal de rede. Um cabo esticado sofrerá deformações pois será pressionado contra quinas e curvas das estruturas de passagem. Além disto cabos esticados na área de trabalho vão forçar as conectorizações e acabam gerando problemas de mau contato elétrico. Num cabeamento bem feito o cabo não fica muito esticado nem faz curvas bruscas e está bem organizado em caixas de passagem.

Erro nº 7 — A questão da “sobra técnica”
Outro equívoco cometido em algumas instalações é apelidado de “sobra técnica”. O que é isso? Com receio de que o cabo não alcance a estação após uma mudança de lay-out, o instalador deixa uma sobra de cabo. Na figura ao lado vemos um exemplo deste problema. O que motiva a deixar este resto de cabo é, novamente, o velho problema da falta de um projeto de infra-estrutura de cabeamento. O correto é projetar e instalar diversos pontos de rede na área de trabalho. Caso um computador precise mudar de posição ele será atendido por outro ponto de rede.

Ao invés de deixar os cabos pendurados, o certo é utilizar um conector adequado em cada tomada de parede, e ligar o computador a este conector usando um “Patch Cord”. Este é um cabo de rede que usa o mesmo tipo de par trançado, só que é feito de materiais especiais que o tornam bem flexível e maleável e muito menos sujeito a se danificar.

Conclusão

O objetivo deste artigo não é criticar o trabalho de nenhum instalador de cabeamento. Sabemos que muitos destes problemas surgem da correria do cotidiano e da necessidade de sanar falhas de projeto, mas precisamos saber as implicações que estes procedimentos podem gerar. E precisamos também cada vez mais buscarmos nos qualificar para melhor prestarmos nossos serviços.

Fonte: Revista PNP

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Dica – Complete Internet Repair

Complete Internet RepairEstamos vivendo na era da Internet, e é inevitavel que com as tecnologias  amplamente utilizadas, vem um novo conjunto de problemas. É por isso que foi desenvolvido este conjunto de reparação completa para Internet, cujo principal objetivo é resolver estes problemas, à medida em que eles chegam. Complete Internet Repair faz exatamente o que promete!

Mantenha sua rede livre de problemas

A ferramenta tenta reparar todos os problemas relacionados à Internet, incluindo problemas de rede. Basta lembrar sempre de duas regras essenciais: em primeiro lugar, não tente consertar algo que não está quebrado, você pode quebrá-lo. E em segundo lugar, esta ferramenta auxilia a resolver vários problemas relacionados à Internet, mas nem tudo pode ser reparado em um passe de mágica. A maioria das situações possui resolução, e é para isso que o Complete Internet Repair foi criado.

Complete Internet Repair é basicamente uma combinação entre o kit Internet Recovery e Winsock Repair. Uma grande ajuda, caso você esteja enfrentando algum dos seguintes problemas:

  • Problemas após a remoção de adware, spyware, vírus, worms, cavalos de Tróia etc.
  • Perda de conexão de rede após a instalação/desinstalação de um malware, VPN, firewall, antispam etc.
  • Problemas ao acessar qualquer página da web
  • Pop-ups relatando erros de rede
  • Falta de conectividade de rede devido a erros de registro
  • Problema ao encontrar DNS
  • Erro de renovação do endereço de IP do adaptador de rede ou outros erros DHCP
  • Problema de conectividade de rede com pouca ou nenhuma mensagem de conexão
  • Atualização do Windows não funciona
  • Problemas para se conectar a sites protegidos, como sites de bancos
  • O Internet Explorer parou de funcionar ou falha o tempo todo
  • Outros problemas de rede.

rizone

Compatibilidade Windows XP, Windows 2003, Windows Vista 32 Bits, Windows 2008, Windows 7 32 Bits

Fonte: Desmonta&CIA

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Notícia – Governo quer concluir até maio acordo para banda larga no país

bandalarga1Meta do governo é levar internet rápida e barata para 1.163 municípios.

Reivindicações de provedores são os principais entraves, diz ministro.

O governo quer concluir até maio as negociações para solucionar os gargalos para colocar em prática o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e cumprir a meta de levar internet rápida por preços populares para 1.163 municípios até o fim do ano. “Até maio devemos ter uma definição”, afirmou hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, após reunião com diversos representantes de provedores de internet.

O ministro se referiu às reivindicações trazidas pelos provedores como os principais entraves para ofertar banda larga com velocidade de 512 quilobits por segundo (kbps) por até R$ 35, que é a meta do governo para massificar o acesso à internet no país. Além do preço médio de R$ 60 praticado no mercado, os altos impostos, a falta de crédito e a burocracia para conseguir linhas de financiamento foram apontados, segundo Bernardo, como as principais dificuldades dos pequenos provedores para aderir ao PNBL.

“O governo vai interferir para ajudar”, disse o ministro, que solicitou aos provedores que tragam uma planilha com todos os custos que interferem no preço da banda larga para serem apresentados em um próximo encontro.

Dificuldades
Há casos, por exemplo, em que uma distribuidora de energia elétrica cobra R$ 2 por poste para levar internet pela rede elétrica, ao passo que outras cobram R$ 9. Em algumas situações, o preço do boleto bancário chega a ter peso de 10% sobre o custo do serviço ofertado. “O governo não pode resolver tudo isso. Mas vamos arregaçar as mangas em cima dessas questões”, afirmou Bernardo.

Em relação ao uso das fibras óticas das distribuidoras, Bernardo disse que já conversou sobre o assunto com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. “O ministro Lobão já está preparando uma nota técnica sobre isso para fazer um convênio para a Telebrás centralizar a destinação dessas fibras óticas para o comércio de internet”, afirmou Bernardo, referindo-se às redes das distribuidoras federais ou federalizadas. Nos casos das privadas ou estaduais, o ministro ponderou que a negociação terá que ser feita com as próprias empresas e governos estaduais.

Financiamentos
Para solucionar a questão da falta de garantias dos pequenos provedores para ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está sob análise do banco uma proposta de inclusão do cartão BNDES vinculado ao PNBL no Fundo Garantidor de Investimentos. O ministro citou também a possibilidade de a Telebrás ser parceira dos provedores em alguns investimentos.

Bernardo disse ainda que a Telebrás será chamada na mesa de negociações para avaliar a possibilidade de redução do custo de R$ 230 do megabit no atacado. Segundo ele, a tendência, com a conclusão das negociações, é que o preço da banda larga fique abaixo de R$ 35 ou até mesmo abaixo de R$ 30.

Fonte: G1

Retirado do Blog: Desmonta & Cia

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