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Dica – Complete Internet Repair

Complete Internet RepairEstamos vivendo na era da Internet, e é inevitavel que com as tecnologias  amplamente utilizadas, vem um novo conjunto de problemas. É por isso que foi desenvolvido este conjunto de reparação completa para Internet, cujo principal objetivo é resolver estes problemas, à medida em que eles chegam. Complete Internet Repair faz exatamente o que promete!

Mantenha sua rede livre de problemas

A ferramenta tenta reparar todos os problemas relacionados à Internet, incluindo problemas de rede. Basta lembrar sempre de duas regras essenciais: em primeiro lugar, não tente consertar algo que não está quebrado, você pode quebrá-lo. E em segundo lugar, esta ferramenta auxilia a resolver vários problemas relacionados à Internet, mas nem tudo pode ser reparado em um passe de mágica. A maioria das situações possui resolução, e é para isso que o Complete Internet Repair foi criado.

Complete Internet Repair é basicamente uma combinação entre o kit Internet Recovery e Winsock Repair. Uma grande ajuda, caso você esteja enfrentando algum dos seguintes problemas:

  • Problemas após a remoção de adware, spyware, vírus, worms, cavalos de Tróia etc.
  • Perda de conexão de rede após a instalação/desinstalação de um malware, VPN, firewall, antispam etc.
  • Problemas ao acessar qualquer página da web
  • Pop-ups relatando erros de rede
  • Falta de conectividade de rede devido a erros de registro
  • Problema ao encontrar DNS
  • Erro de renovação do endereço de IP do adaptador de rede ou outros erros DHCP
  • Problema de conectividade de rede com pouca ou nenhuma mensagem de conexão
  • Atualização do Windows não funciona
  • Problemas para se conectar a sites protegidos, como sites de bancos
  • O Internet Explorer parou de funcionar ou falha o tempo todo
  • Outros problemas de rede.

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Compatibilidade Windows XP, Windows 2003, Windows Vista 32 Bits, Windows 2008, Windows 7 32 Bits

Fonte: Desmonta&CIA

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Notícia – Governo quer concluir até maio acordo para banda larga no país

bandalarga1Meta do governo é levar internet rápida e barata para 1.163 municípios.

Reivindicações de provedores são os principais entraves, diz ministro.

O governo quer concluir até maio as negociações para solucionar os gargalos para colocar em prática o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e cumprir a meta de levar internet rápida por preços populares para 1.163 municípios até o fim do ano. “Até maio devemos ter uma definição”, afirmou hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, após reunião com diversos representantes de provedores de internet.

O ministro se referiu às reivindicações trazidas pelos provedores como os principais entraves para ofertar banda larga com velocidade de 512 quilobits por segundo (kbps) por até R$ 35, que é a meta do governo para massificar o acesso à internet no país. Além do preço médio de R$ 60 praticado no mercado, os altos impostos, a falta de crédito e a burocracia para conseguir linhas de financiamento foram apontados, segundo Bernardo, como as principais dificuldades dos pequenos provedores para aderir ao PNBL.

“O governo vai interferir para ajudar”, disse o ministro, que solicitou aos provedores que tragam uma planilha com todos os custos que interferem no preço da banda larga para serem apresentados em um próximo encontro.

Dificuldades
Há casos, por exemplo, em que uma distribuidora de energia elétrica cobra R$ 2 por poste para levar internet pela rede elétrica, ao passo que outras cobram R$ 9. Em algumas situações, o preço do boleto bancário chega a ter peso de 10% sobre o custo do serviço ofertado. “O governo não pode resolver tudo isso. Mas vamos arregaçar as mangas em cima dessas questões”, afirmou Bernardo.

Em relação ao uso das fibras óticas das distribuidoras, Bernardo disse que já conversou sobre o assunto com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. “O ministro Lobão já está preparando uma nota técnica sobre isso para fazer um convênio para a Telebrás centralizar a destinação dessas fibras óticas para o comércio de internet”, afirmou Bernardo, referindo-se às redes das distribuidoras federais ou federalizadas. Nos casos das privadas ou estaduais, o ministro ponderou que a negociação terá que ser feita com as próprias empresas e governos estaduais.

Financiamentos
Para solucionar a questão da falta de garantias dos pequenos provedores para ter acesso a financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está sob análise do banco uma proposta de inclusão do cartão BNDES vinculado ao PNBL no Fundo Garantidor de Investimentos. O ministro citou também a possibilidade de a Telebrás ser parceira dos provedores em alguns investimentos.

Bernardo disse ainda que a Telebrás será chamada na mesa de negociações para avaliar a possibilidade de redução do custo de R$ 230 do megabit no atacado. Segundo ele, a tendência, com a conclusão das negociações, é que o preço da banda larga fique abaixo de R$ 35 ou até mesmo abaixo de R$ 30.

Fonte: G1

Retirado do Blog: Desmonta & Cia

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Notícia – Internet pela rede elétrica no Brasil depende de fabricação local

Como 100% dos equipamentos são importados, diretora da AES Atimus, que tem pacote comercial do serviço com Intelig, diz que custo inviabiliza disseminação da oferta.

A falta de fabricação local de equipamentos para entrega de banda larga pela rede elétrica inviabiliza a prestação desse serviço no Brasil. A afirmação é da diretora-geral da AES Atimus, Teresa Vernaglia, que anunciou nesta terça-feira, 30/11, a unificação das operações das empresas de telecomunicações do grupo de distribuição e geração de energia AES Brasil.

Ao apresentar a AES Atimus, nova empresa criada para unir operações da AES Eletropaulo Telecom e AES Com Rio, a executiva garantiu que o acesso banda larga pela rede elétrica (PLC ou BPL) funciona bem e há demanda por esse serviço. Segundo ela, a tecnologia permite conexões com velocidades de até 15 Mbps.

A companhia lançou essa oferta comercial no ano passado em parceria com a Intelig. Atualmente, 300 prédios de três bairros da capital paulista (Jardins, Pinheiro e Moema) estão conectados pela rede elétrica.

“Só não expandimos porque os equipamentos são 100% importados”, afirma Teresa. O grupo AES leva fibra óptica até os prédios cobertos pelo serviço, mas são necessários equipamentos para interligar o poste, o edifício e o modem que fica na casa do usuário. “Como tudo é importado, fica inviável implantar o serviço em larga escala”, diz a executiva.

Mesmo com alíquotas diferenciadas para trazer essa tecnologia para o Brasil, a executiva avalia que o custo é alto, comparado ao custo de levar fibra óptica até a casa do assinante. Mesmo assim, como a taxa de penetração da banda larga no Brasil ainda é baixa, a diretora-geral da AES Atimus afirma que há espaço para prover o serviço pela tecnologia PLC (Power Line Communication), desde que seja criada no País uma cadeia sólida de fornecedores locais.

“Tem que ter uma ação coordenada para se criar um modelo que atenda todos, tanto a indústria nacional quanto os que virão de fora”, defende a executiva.

Teresa acredita que a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), gerenciado pela Telebrás, pode ajudar o mercado a se mobilizar para encontrar soluções para o PLC, uma vez que a iniciativa do governo é disseminar internet rápida no Brasil pelos mais variados meios.

Fonte:Edileuza Soares

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