Archive for novembro, 2010

Dica – Saiba como limpar seu notebook

Os notebooks são mais delicados e exigem mais atenção na hora da limpeza que os desktops. Vou descrever como limpar cada parte do equipamento, que tipo de produto pode ser usado, entre outras dicas.

A limpeza do equipamento, além do caráter higiênico, tem também como finalidade manter o bom desempenho, pois o acumulo de poeira nas saídas de ar do notebook pode gerar um superaquecimento interno, afetando seus componentes.

Leia sempre o manual

O manual de instruções dos equipamentos geralmente contém uma seção específica para o tema limpeza, dando dicas de como o equipamento deve ser limpo.

Removendo a bateria

Na parte inferior do notebook há uma trava de segurança; use-a para remover a bateria. (Foto: Fernando Panissi)

A principal dica é que você deve executar o procedimento de limpeza com o notebook desligado da tomada e com a bateria desconectada do equipamento. Se você nunca retirou a bateria do seu portátil, não se assuste o manual sempre traz uma explicação de como fazê-lo. Entretanto observando a parte inferior do notebook você verá uma trava de segurança, e por meio dela irá conseguir remover a bateria, como mostra a ilustração acima.

Limpando as partes plásticas

Materiais necessários: pano macio e limpo, água

As partes plásticas abrangem todas as áreas externas do equipamento exceto a tela de LCD e o teclado do equipamento. A limpeza deve ser feita com um pano levemente umedecido em água. Não se deve aplicar força na parte de trás do LCD, para não danificá-lo.

Áreas de ventilação

Materiais necessários: pano macio e limpo, bastonetes de algodão, água

As saídas de ar do notebook, vista por três ângulos diferentes. Para limpa-las, use um bastonete de algodão. (Foto: Fernando Panissi)

O notebook possui diversas saídas de ar, algumas posicionadas na lateral do equipamento, outras na parte de trás. Estas saídas são as responsáveis por expelir o ar quente gerado pelos dispositivos internos da máquina.

Com o uso dos bastonetes é possível remover as sujeira que ali se acumulam, liberando a passagem do ar. O pano levemente umedecido em água. Deve ser usado em um segundo momento, para remoção da sujeira maiores, que ficam por fora da ventilação.

Limpeza da tela de LCD

Materiais: Pano macio e limpo, água;

O monitor é a parte mais delicada do equipamento, a primeira coisa que posso dizer é, antes de limpar, evite sujar. Tocar a tela com os dedos à deixa engordurada, e conseqüentemente suja, por isso, deve-se evitar ao máximo tocá-la.

Quando ela estiver suja, usar o pano macio levemente umedecido em água para uma limpeza. Jamais pressione com força o pano sobre a tela, para não danificá-la. Após a limpeza, convém fazer uso de um pano macio e seco para finalizar o trabalho.

Limpeza do teclado

Materiais: pano macio e limpo, água, bastonetes de algodão, pincel fino e com cerdas macias

Diferentemente de um teclado convencional, não é possível retirar as teclas em um notebook para efetuar a limpeza. Por isto este processo torna-se um pouco mais complexo. Para as teclas, basta usar o pano macio, levemente umedecido para a limpeza. O espaço entre as teclas pode ser “varrido” usando o pincel fino e macio, e a remoção desta sujeira pode ser feita usando os bastonetes de algodão.

Caso você tenha um compressor de ar – mesmo aqueles portáteis – use-o para limpar o teclado, quando feito com prudência, é uma ferramenta importante para expelir as sujeiras que ficam presas abaixo das teclas.

Em casos extremos

Em casos de sujeira extrema, que a solução com água não esteja resolvendo, recomendo comprar álcool isopropílico e fazer a seguinte mistura: uma medida de álcool para cada duas de água. Utilize essa mistura para a limpeza, mantendo a regra de o pano ficar apenas levemente umedecido.

Jamais, jamais e jamais

Jamais use produtos abrasivos ou panos ásperos para limpar o equipamento. Este tipo de produto pode danificar o computador, e produtos abrasivos pode desgastar o plástico dando um aspecto envelhecido e feio, como também pode danificar componentes internos, caso vazem para dentro do PC.

Fonte: G1

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Dica – Segurança – Ferramenta falsa apaga todos arquivos do PC

Um golpe começou a circular na rede utilizando um arquivo mal-intencionado muito parecido com a Ferramenta de Remoção da BitDefender. O mecanismo falso, na verdade, deleta todo o conteúdo do “C:\ drive” do computador.

A falsa “ferramenta de remoção”, identificada como “Trojan.BAT.Delall”, exibe um ícone que representa uma seringa. Após executar o mecanismo, um arquivo em lotes realiza alguns ajustes no Registro do usuário e então, todos os documentos do drive já mencionado começam a ser apagados.

O golpe se inicia com o vírus Trojan que, antes de ser eliminado, troca a configuração dos botões do mouse e muda as associações dos arquivos, trocando por “exe”, “mp3” e “arquivos de vídeo”, com a finalidade de evitar que esses arquivos sejam abertos.

O vírus também tenta deletar todos os arquivos, com exceção dos que estão em uso – que são poupados. E após 10 minutos, o Trojan obriga o sistema a reiniciar. Depois disso, provavelmente o sistema não será mais reconhecido.

A BitDefender afirma que já adicionou uma assinatura contra essa ferramenta falsa, e sugere aos usuários que, sempre ao baixar aplicativos gratuitos da Internet, tenham certeza de que o site é confiável e de que o seu antivírus examine o respectivo aplicativo. E se possível, apenas faça o download dos arquivos direto do site oficial da empresa que criou o produto.

Fonte: Monica Campi, de INFO Online

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Dica – Como remover vírus a partir do próprio computador infectado?

A técnica demonstrada na citada matéria é bastante eficiente. Consiste em retirar o HD do computador supostamente infectado com vírus, colocar este HD como secundário em um outro micro, com um Windows e Antivírus atualizado e de boa qualidade, e fazer o escaneamento total deste HD neste micro auxiliar. Depois disto o HD é retornado ao micro original e são feitos os demais ajustes e correções conforme mostrados no referido artigo.

Entretanto, existem realmente situações onde não é possível fazer este procedimento, pela falta de um micro auxiliar ou pelo fato do micro infectado estar na garantia de fábrica e lacrado. Nestes casos, pode-se tentar o escaneamento a partir do próprio micro infectado. O antivírus normal, que se instala nos micros com Windows, podem detectar algumas ameaças. Entretanto, depois que o vírus está instalado, uma das primeiras providências das ameaças mais elaboradas é justamente desabilitar o antivírus ou modificar sua detecção para deixar de detectar aquele programa como ameaça. Por isto é que torna-se difícil eliminar os vírus a partir do próprio micro contaminado.

O jeito então é eliminar os programas indesejados a partir do próprio micro. Existem várias ferramentas para isto, como por exemplo, as três abaixo citadas:

Combofix

Este aplicativo faz um escaneamento nas áreas críticas do Windows e, de quebra, restaura as configurações do Windows ao padrão de fábrica. Assim, não apenas remove os vírus mais perniciosos, mas também restaura muitas coisas do Windows que podem ter deixado de funcionar, como o acesso à rede ou às configurações pelo painel de controle.

Ferramenta de Remoção de Software Mal Intencionado do Windows

Aplicativo que roda direto do Windows, escanceando as áreas críticas e removendo um grande número de pragas. Pode ser executado a partir do próprio Windows, uma vez que faz parte do próprio, mas como esta cópia pode também estar contaminado recomenda-se utilizar uma cópia externa. A janela Propriedades surgirá. Repare que a opção “Permitir que os arquivos desta unidade tenham o conteúdo indexado junto com as propriedades do arquivo” está ativada. Desative-a e dê OK.

Kaspersky Vírus Removal Tool

Esta ferramenta pode ser baixada direto do site da Kaspersky, em http://support.kaspersky.com/viruses/avptool2010?level=2. Para usar esta ferramenta, entre em modo de segurança, instale a ferramenta e a execute. Quando o micro estiver infectado, ela detecta muita coisa e não danifica o sistema. Depois do escancear o HD e memória, é recomendável remover a ferramenta do HD. Se por um acaso não for possível entrar em modo de segurança baixar a ferramenta em outro PC, instalar o HD infectado como secundário, entrar em modo de segurança pelo HD principal e escanar o HD secundário. Existem também outras ferramentas de detecção e remoção de vírus, mas são pagas ou então são difíceis de usar, reservadas apenas para especialistas, e que deixamos de mostrar aqui.

Fonte: Revista PnP

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Dica – Porque o Windows 7 fica processando sem parar, acessando o HD a todo instante?

Usei o Windows XP sem problema algum durante mais de 5 anos, até que resolvi trocá-lo pelo Windows 7, o que fiz há alguns dias. O visual do Seven é legal, e como o micro é potente a performance é praticamente a mesma do XP, mas tem uma coisa que vem me incomodando. O computador fica o tempo todo processando, com a luz do HD sempre acessa e o disco acessando constantemente. Achei que seria algo a ver com indexação de arqivos, desfragmentação do HD ou escaneamento de virus, mas já desabilitei tudo isto e o processamento contínuo permance. Também aumentei a memória RAM para 4 GB ao invés dos 1 GB originais, mas isto em nada alterou a movimentação do HD. Quando entro no Gerenciador de Tarefas, noto que mesmo sem nenhum programa aberto a carga do processador fica o tempo todo oscilando entre 5 a 20% e o HD fica sendo acessado o tempo todo.

Gostaria de saber o que pode ser isso, ou se em relação a indexação do windows tenho que desativar mais algum parâmetro além de desmarcar todas as pastas que apareciam na configuração, ou se alguma coisa que não sei ou, ainda, se é realmente um problema do Windows 7. Antes dele, já tinha experimentado o Vista e acabei mudando justamente por causa disto, no Seven o problema é menor, mas também acontece. O que posso fazer?

É claro que o problema pode realmente ser na indexação de arquivos do Windows 7 e também pode ser que o antivírus esteja escaneando alguns arquivos. Descartando-se este fator, pode ser também que o micro tenha pouca memória RAM, e isto tornaria necessário fazer o swapping (troca) entre a memória RAM e a memória virtual que fica no HD.

No caso do leitor, como o micro tem 4 GB de RAM e mesmo sem nenhum programa aberto o processamento continua, podemos desconfiar de dois recursos: o prefetch e, realmente, também a indexação de arquivos. Vejamos como desabilitar estes dois itens:

Desabilitando o prefetch do Windows Vista e Seven

O recurso prefetch estreou no Windows Vista e continua presente no Windows 7. O prefetch, supostamente, serve para que o micro fosse mais rápido nas tarefas repetitivas, que acessam sempre os mesmos arquivos. Entretanto, na prática, o que se nota mesmo é que o micro acaba ficando mais lento pois o HD fica contantemente sendo acessado e, quando se quer carregar algum programa ou abrir algum arquivo, é preciso esperar terminar o processamento que está sendo feito no HD para só então o micro responder ao comando do operador.

O prefetch está ligado a uma função do Windows que é acionada através do arquivo svchost.exe que é o que fica rodando em segundo plano, consumindo poder de processamento e acessando o HD. Para desligar o prefetch é simples: clicar no ícone do Computador como o botão direito do mouse e ir em Gerenciar. Depois vá em Serviços e Aplicativos e novamente em Serviços. Procure pelo item superfetch, clique com o botão direito em Propriedades e coloque Desativado no tipo de inicialização. Reinicie o micro e pronto, o prefetch virá desativado e o HD não será mais acessado o tempo todo. Se achar que o micro ficou mais lento (o que é difícil, mas pode acontecer) e quiser voltar ao normal é só seguir o mesmo procedimento e, no lugar de Desativado, colocar Automático, somente isso.

Desativando a indexação de arquivos

O serviço de indexação do Windows é usado para agilizar a busca dentro dos arquivos que estão no HD, mas para tanto ele precisa ficar o tempo todo lendo os arquivos e montando o índice de busca. Isto acaba por deixar o HD lento e, como é um serviço pouco utilizado, acaba sendo recomendável que o desabilite, possibilitando que o sistema operacional trabalhe mais rápido.

Para isso entre em “Meu Computador” e clique com o botão direito do mouse sobre o ícone da unidade de disco. Vá na tela de “Propriedades” do HD. Existem casos em que o hd pode estar dividido em várias partições ou que exista mais de um HD no computador. Nestes casos torna-se recomendável desabilitar a indexação em cada uma das partições, bastando apenas repetir os procedimentos.

A janela Propriedades surgirá. Repare que a opção “Permitir que os arquivos desta unidade tenham o conteúdo indexado junto com as propriedades do arquivo” está ativada. Desative-a e dê OK.

Caso esteja desindexando a unidade C:/ poderá surgir uma janela de “Erro ao aplicar atributos”. Se isto ocorrer clique no botão “Ignorar todos” para prosseguir. Este erro acontece porque os arquivos de sistema do Windows que estão ativos não podem ser alterados. Feito isto, é só aguardar o término do processo, o que pode demorar um bom tempo dependendo do tamanho do HD e da quantidade de arquivos lá armazenados.

Com o serviço de indexação de arquivos desabilitada, o HD deverá parar de ser acessado a todo instante, mas é preciso esclarecer que existem softwares que fazem uso do serviço de indexação para algumas tarefas específicas. Caso passe a ter problemas com algum software após a desativação do serviço de indexação, basta habilitá-lo novamente para corrigir o problema.

Fonte: Revista PnP

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Notícia – Wireless, Tecnologia WiGig: o WiFi em Gigabit

O padrão WiGig foi criado através de uma aliança de vários fabricantes para desenvolvimento de um padrão de rede sem fio, baseado no padrão 802.11 (mais precisamente, na camada MAC), na freqüência não licenciada de 60GHz e com taxas de transmissão acima do Gigabit.

Essa tecnologia tem como principal alvo, hoje, o mercado de HDTV doméstico. Transmitir HDTV em redes WiFi, mesmo 802.11n, é uma tarefa difícil, principalmente se somarmos a tecnologia 3D (de com 120Hz ou mais de taxa de refresh) e vários canais sendo recebidos simultaneamente na mesma residência.

Assim as primeiras aplicações provavelmente serão focadas em viabilizar televisores HDTV sem fios. Tanto é que uma das primeiras parcerias do grupo WiGig foi com a VESA (Video Electronics Standards Association) para a criação do DisplayPort sem fio.

Características e restrições da tecnologia

A tecnologia está sendo padronizada para acomodar duas modalidades de equipamentos: de baixa potência (com capacidades na casa dos 1 a 2Gbps) e equipamentos de maior potência (indo a 7Gbps ou mais).

Os de baixa potência, seriam tipicamente equipamentos alimentados à bateria como notebooks, controles remotos e controles de video games. Já os de maior taxas de transmissão seriam tipicamente os equipamentos conectados à tomada elétrica diretamente, como os próprios pontos de acesso e equipamentos de TV à cabo.

O uso da tecnologia de 60GHz tem seus prós e contras. Quanto maior a freqüência, menor é o alcance e menor ainda é a capacidade do sinal transpor paredes. Assim o alcance dos pontos de acesso WiGig devem ser curtos, ao redor de 10 a 20m (esse é o alcance divulgado pelo WiGig, então devemos esperar até alcances menores que esse na prática).

Por outro lado essa característica irá também diminuir a interferência entre vizinhos que hoje são um problema para as tecnologias WiFi (802.11a/b/g/n).

A tecnologia Mesh em ação

Devido ao seu baixo alcance, o WiGig irá demandar, muito provavelmente, um ou mais ponto de acesso por cômodo e alguma forma de interconexão entre eles.

Deveremos ter basicamente duas opções de interconexão entre os pontos de acesso WiGig (fora a opção óbvia de criar uma rede cabeada 10Gbps doméstica):

  • PLC: a tomada aonde os pontos de acesso WiGig estarão ligados também serviriam de barramento multi-gigabit para interconexão.
  • Mesh: os pontos de acesso irão falar entre si, também usando a tecnologia WiGig (por exemplo a 7Gbps) para criar um backhaul interno de interconexão entre os cômodos. Vale lembrar que neste caso outros eletrodomésticos também poderão trabalhar como repetidores: televisão, computador, telefone celular, geladeira, rádio relógio, etc. Cada um com seu módulo WiGig, recebendo informações e também participando da rede mesh como retransmissores.

A necessidade de baixo custo

Obviamente isso tudo só será viável com uma adoção em massa dessa tecnologia que permita um enorme ganho de escala. Quando comecei a trabalhar com rede sem fio a 15 anos atrás, uma placa PCI de 2Mbps (sem criptografia nenhuma) custava USD 900,00 cada, então é uma questão de tempo para esse tipo de tecnologia se tornar popular.

Com essa popularização, sumiria a necessidade de cabos (fora o cabo de força), entre os diversos eletrodomésticos. Até mesmo caixas de som, aparelhos de ar condicionado, sensores de presença e geladeiras se integrariam criando realmente o conceito de casa inteligente. Vale lembrar que não estou me referindo apenas à casas de milionários: eles serão os primeiros a adotar essa integração, mas a redução de custo deve tornar, em um futuro breve, o WiGig e a inteligência em recursos padrão dos eletrodomésticos.

Quando?

O grupo WiGig pretender ter os primeiros protótipos (quer dizer, apresentar em feiras e eventos) a partir de 2011 e os primeiros produtos em 2012. Particularmente eu considero razoável então que, na verdade, os primeiros produtos cheguem ao mercado em 2013 e a sua massificação para 2015/2016 (a tempo para as Olimpíadas do Brasil).

Aplicações

O WiGig deve permitir uma série de aplicações interessantes, indo além do acesso Internet e da TV sem fio.

Uma das aplicações que seguramente serão exploradas será o 3G Offload (ou talvez 4G Offload, que deverá estar disponível na época). Nesta situações o telefone celular percebe que entrou no alcance de uma rede, se conecta a ela e passa a fazer as chamadas e o tráfego de dados através do WiGig (desafogando a rede 3G/4G). Isso irá gerar uma economia para as operadoras de celular e uma melhor cobertura para os ambientes residenciais e corporativos.

Outra aplicação pode ser a eliminação da Ethernet cabeada nos ambientes corporativos. Hoje em dia, com o 802.11n, já é possível pensar em ambientes corporativos com menos cabos (apenas os “power users” em cabo), pois já existe banda suficiente (vejam as propostas de negócios de fabricantes como Cisco, Aruba Networks e Meru, por exemplo). Com o WiGig essa tendência deve se acentuar ainda mais.

Para saber mais

[1] Site oficial WiGig: Wireless Gigabit Alliance
[2] Site oficial VESA: VESA
[3] Nota de imprensa sobre a parceria VESA e WiGig: http://www.vesa.org/WiGigandVESA.pdf

Fonte: Wireless, Tecnologia e Inovação

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