Archive for outubro, 2010

Informática – Qual versão do Windows escolher: 32 ou 64 bits?

O Windows 7 está disponível em várias versões: Home Basic, Home Premium, Professional e Ultimate. Mas algumas destas versões vem com dois DVDs de instalação na caixa: um para sistemas de “32 Bits” e outro para sistemas de “64 Bits”. E agora, qual deles instalar no computador?

A diferença está no modo de operação do processador de seu computador. Até pouco tempo atrás, os processadores da “família x86” (que engloba modelos da Intel e AMD) só eram capazes de operar em 32 bits. A principal limitação desse modo é a quantidade de RAM com a qual o computador pode lidar: até 4GB.

Isso era uma enormidade alguns anos atrás, mas hoje em dia não é incomum encontrar máquinas com essa quantidade de memória no mercado a preços bastante acessíveis. Muita RAM é algo desejável especialmente entre os profissionais, que precisam lidar com vídeos, imagens, planilhas de cálculo e bancos de dados cada vez maiores.

Processadores mais modernos, de 64 Bits, são capazes de lidar com muito mais memória: o limite atual é de 256 Terabytes, e pode chegar a até 2 Petabytes (um petabyte equivale a 1024 terabytes, e cada terabyte a 1024 gigabytes). Mas só o processador não basta, é necessário que o sistema operacional também opere em modo 64 Bits para tirar proveito de toda a memória.

Portanto, a resposta vem em duas partes. Se você não pretende instalar 4GB de RAM (ou mais) em seu computador, fique com a versão de 32 Bits do Windows. Mas se você precisa de muita RAM, vá de 64 Bits. Antes, entretanto, verifique se seu processador é compatível: todos os modelos das famílias Athlon II (X2, X3, X4 ou XLT), Athlon 64, Opteron e Turion 64, da AMD, e Pentium D, Pentium Extreme Edition, Core 2, Core i3, Core i5 e Core i7, da Intel, já são processadores de 64 Bits.

Por Redação da PC World
Publicada em 09 de outubro de 2010 às 08h30
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Notícia – Conexão á internet e em rede por energia elétrica (PLC)

As conexões de computadores em rede por meio de cabos e via wireless são bem conhecidas e discutidas atualmente. No entanto, há uma alternativa, o PLC (Power Line Communication) que, por conta de ficar emperrada em testes, não conquistou popularidade e ainda não cresceu no mercado.

O PLC é estudado no Brasil desde 2001 e foi esquecido há algum tempo. A tecnologia utiliza a infra-estrutura dos fios de rede elétrica para trafegar sinais de telecomunicações.

“Como a freqüência desses sinais é da ordem de MHz, e a energia elétrica trafega na faixa de Hz, os dois sinais podem conviver no mesmo meio físico, portanto, esta tecnologia não depende que exista energia elétrica, somente os fios”, afirma Gilberto Cardoso, gerente comercial da Eletropaulo Telecom.

Segundo Cardoso, “o PLC usa uma faixa de freqüência menor (narrowband) para a realização da gestão da rede de energia elétrica, como medição remota, automação, corte-religa, entre outros”. Para o usuário se conectar a esta faixa, precisará de um módulo de PLC conectado na tomada e no computador.

O PLC na Europa, também conhecido como HomePlug nos Estados Unidos, também pode ser utilizado para conectar desktops, equipamentos de som e outros eletroeletrônicos em rede. Isso, segundo Walter Merege, gerente de Tecnologia da Semp Toshiba, já pode ser feito em casas ou empresas brasileiras.

Já a conexão à internet por meio de rede elétrica ainda não está disponível no País e tem sido testada por empresas como Eletropaulo Telecom, em São Paulo, Light no Rio de Janeiro, Copel no Paraná e Celg (Companhia Energética de Goiás), sem previsão de conclusão.
“Com relação a preço, acreditamos que o serviço de acesso à internet deverá ter um custo compatível com as tecnologias existentes”, diz Cardoso. Além disso, concorrem com as conexões em banda larga por cabo, ADSL e Wi-Fi.

Eletroeletrônicos em rede

O gerente da Semp Toshiba ainda diz que existem quatro módulos para a criação de uma rede doméstica por meio de energia elétrica. “A conexão pode ser estabelecida por dispositivos Ethernet, USB, wireless ou ponte de áudio. Esta última conecta o computador a caixas de som”.

Para estabelecer a conexão com cabos USB e Ethernet basta adquirir módulos PLC que já são comercializados por empresas como a Naxos Tecnologia. Segundo Merege, “a conexão e configuração são automáticas”.

O processo é o mesmo para a criação de uma rede por meio de energia elétrica por wireless, basta que ela já esteja configurada.

Para conectar o PLC a uma rede wireless o processo é o mesmo, mas antes é preciso que o usuário já possua uma rede Wi-Fi doméstica configurada.

A transmissão do áudio por PLC se dá pela conexão de um módulo PLC em caixas acústicas e de outro no desktop.

Merege lembra que os módulos de PLC atuais são reconhecidos apenas pelos tocadores Windows Media Player e Winamp.

Para o gerente de tecnologia da Semp Toshiba, a vantagem da opção de conexão entre desktops e aparelhos eletroeletrônicos pela rede elétrica é a segurança. “Quem não compartilha o mesmo relógio de luz não compartilhará da rede e, consequentemente, não será capaz de invadi-la”.

Fonte: IDGNOW (Fabio Sanches)

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Notícia – Schneider Electric apresenta Profibus Remote Master

A Schneider Electric, especialista global na gestão de energia, lança o Profibus Remote Master (PRA), uma solução para aplicações em gerenciamento e controle de redes de instrumentação de processos, como tratamento de água e fluentes, alimentos e bebidas, óleo e gás, cimento, mineração e siderurgia.

A configuração da rede Profibus, feita no software Unity Pro, é integrada na aplicação do controlador, além de permitir parametrização e calibração dos dispositivos. Sua interface Ethernet Modbus TCP/IP é outro diferencial que permite a comunicação com qualquer PAC Modicon Schneider Electric, bem como acesso direto para ferramentas de gerenciamento de ativos, com tecnologia FDT/DTM.

Diversos Mestres Remotos Profibus podem ser instalados em um controlador Modicon, por meio do canal de comunicação Ethernet, na qual toda aplicação é salva em único arquivo de projeto. O lançamento é totalmente compatível com dispositivos Profibus DP/PA de mercado e possui as seguintes certificações internacionais: CE, UL, CSA, C-TICK.

O módulo atende às especificações DPV1 Mestre Classe 1 e Classe 2 com duas portas Ethernet Daisy-Chain 100 BASE TX, suportando até 125 dispositivos, comunicação acíclica, auto-scan e diagnóstico estendido. Sua interface RS485 isolada possui velocidade de 9.6Kbps até 12Mbps (EN50170 e IEC61158). A solução suporta ambientes agressivos e temperaturas entre -25ºC e 70ºC.

Este módulo Mestre Remoto Profibus DPV1 pode ser instalado próximo a instrumentação de campo, diminuindo as distâncias de cabeamento de comunicação, melhorando o desempenho da rede Profibus. A troca de dados entre o controlador e o módulo PRA é feita por meio de Ethernet Modbus TCP/IP, permitindo que um único PAC controle diversos módulos Profibus Remote Master.

Profibus Remote Master

O lançamento é totalmente compatível com

dispositivos Profibus DP/PA de mercado

Fonte: Schneider Electric

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Notícia – Energia Wireless, a tomada sem fio e o abajour que não liga em lugar nenhum

Você não leu errado, não estamos falando de redes wireless, estamos falando de energia wireless, energia elétrica transmitida sem fio, diretamente para o dispositivo e de forma segura.

É o que promete a Powercast, uma pequena empresa Americana que está com um produto interessante para equipamentos à pilhas e pequenas bateriais. A própria Powercast foi criada em torno da tecnologia, é esta a sua especialidade.

A Powercast criou um pequeno transmissor que envia baixas voltagens de energia pelo ar, a partir de uma tomada, usando ondas de radio, de forma segura para nós humanos.

As ondas de rádio mudam a freqüência quando encontram paredes ou objetos. Pequenos receptores que estão no equipamento, os Powerhavesters (vide figura abaixo), que pode ser um MP3 player ou um celular, “ouvem” a freqüência e capturam 70% da energia do sinal de rádio. Esta freqüência é convertida em eletricidade.

As possibilidades são ilimitadas, imagine se juntarmos com os LEDs….

Fonte: Blog da Setec

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Humor – Termos Técnicos – I

007Algumas traduções ao pé da letra….

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